sábado, 20 de fevereiro de 2010

BLOCO ENTRA NA VARA




Numa inovação da OAB Araruama, este ano tivemos um bloco organizado e composto por advogados da cidade, numa idéia de lançar um novo tempo na administração, onde Drº Ademário Gonçalves, criou um departamento somente de eventos culturais. O nome do bloco, surgiu num bate papo informal, onde Drº Eduardo Petti, sugeriu e eu, sua esposa Ana Petti, que também sou advogada, lembrei que nos tempos de faculdade, era uma brincadeira que sempre era feita entre nós estudantes, onde encarnavam-nos comentando que estávamos entrando na vara, indagando em quantas varas entramos naquele dia? Ou seja, sempre complementando depois se a referida vara era de família, cível ou criminal. O bloco não tinha somente um nome bem engraçado, mas também o abadá, era uma brincadeira com a Deusa da Justiça, representada por uma mulher boa e sensual com um biquíni bem a caráter de uma mulata de carnaval, com sua venda meio levantada, prestando atenção em tudo que se passava, até porque no carnaval ela não era tão cega, e precisava enxergar para entrar na Vara. O homem de terno como folião e as gravatinhas, já foi uma sugestão do nosso Presidente, que fez questão de lembrar que eram os advogados brincando. Já que nosso dia a dia, é sempre muito formal. E, nada como uns dias de carnaval, para quebrar isto, e trazer que a vida não é só fórum, estudo, processos, clientes, e sim também que somos seres humanos, onde precisamos ter uma vida mais maleável, onde devemos aproveitar todos os momentos, sem muitas discussões cheias de termos jurídicos. Bom, espero ter esclarecido, algumas dúvidas e certos desconfortos, pois quem fez a arte da blusa fui eu, onde fora discutida e aprovada por nossa comissão de eventos, o qual fui nomeada, e hoje represento e lembrando que também sou uma Doutora e não me vi nada ofendida, ao contrário, achamos tudo muito criativo, e caso ainda tiverem que culpar, culpem a mim, mas contudo vejo que alguns desconfortos aparecem somente por aqui, pois no mundo jurídico fora daqui, não só aprovaram a idéia, como também escreveram uma matéria num site jurídico, elogiando bastante. Acessem WWW.conjur.com.br e leiam.

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